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Redação

Somos três amigas com um grupo fechado que decidiu abrir uma porta — mas só a pessoas com bom gosto.

Não me chames Shirley nasceu de um jantar tardio em Lisboa, entre um copo de tinto do Douro e a indignação partilhada perante a última gala do Big Brother. Escrevemos crónicas longas, análises psicológicas de balcão e teorias que só resistem à primeira luz da manhã.

Fazemos crítica cultural em modo luxo: obsidiana, veludo, dourado envelhecido. Levamos o gossip a sério para não termos de levar a vida a sério.

Todos os textos são opinião e entretenimento. Se te reconheces e não gostas — respira fundo, marca uma massagem, escreve um comunicado. Nós continuamos aqui.